No momento da rebelião, a unidade contava com 160 adolescentes, sendo que a unidade é destinada a até 60 internos. A Diretoria de Operações Táticas (DOT) da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) foi acionada para controlar o motim.
Com a destruição dos módulos, o Instituto de Atendimento Socioeducativo (Sejus) busca outros locais para abrigar os adolescentes que estavam nas unidades.
Quando o motim foi controlado, o Iases encaminhou os adolescentes para a Delegacia Regional de Cariacica para que fosse registrado boletim de ocorrência.
Embora a Unip I seja destinada apenas a adolescentes em internação provisória, 80% dos internos estão em regime de internação e deveriam estar em outras unidades em cumprimento de medida socioeducativa.